Responsável pela custódia dos presos, o Ministério da Justiça e Segurança Pública não confirma a unidade que os presos estão detidos
Kaique Dalapola, do R7

Marcola passou por nova transferência nesta sexta (22)
Paulo Liebert/Estadão Conteúdo/08.06.2006
Com as novas transferências de presos apontados como líderes da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) que aconteceram nesta sexta-feira (22), Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, suposto líder máximo do grupo, deve ficar detido na mesma unidade que o irmão mais novo, Alejandro Juvenal Herbas Camacho Júnior, no Presídio Federal de Brasília.
Marcola e Alejandro estavam, até o início deste ano, presos em Presidente Venceslau, sob a custódia do Governo do Estado de São Paulo, até serem transferidos, no dia 13 de fevereiro, para presídios federais (sob responsabilidade do Governo Federal), juntamente com outros 20 presos apontados como líderes do Primeiro Comando da Capital. O suposto número um do PCC foi para penitenciária de Porto Velho (RO), enquanto o irmão teria ido para Brasília (DF).
Nesta sexta-feira, Marcola e outros três presos foram novamente transferidos. Eles saíram de Porto Velho e foram mandados para a penitenciária de Brasília. O Depen (Departamento Penitenciário Nacional), órgão ligado ao MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública), não confirma a informação “por questões de segurança”.
R7





